Hoje há cerca de 1,2 mil postos de trabalho de internos em todo o Estado, dentre eles: serviços gerais, auxiliar de cozinha, padeiro, horticultor, manu-tenção das casas penais que abrange as áreas de pintura, hidráulica, eletricidade, entre outros.
“É uma alternativa para que o preso custe menos aos cofres públicos e ainda tem um papel social muito importante, pois ele sairá da cadeia com uma pro-fissão” disse.
A Lei determina que o trabalho do preso será certificado com um contracheque mensal, onde será descrito o salário bruto e líquido, a quantia depositada em caderneta de poupança e os dias de trabalho. Uma cópia deste documento será enviada à Vara de Execuções Penais. “A cada três dias trabalhado, o preso é beneficiado com a nova Lei terá redução de um dia de pena”, detalha Carmona.
Todos os internos que serão incluídos no programa de trabalho remunerado dentro das casas penais, passarão inicialmente por cursos profissio-nalizantes e somente depois de capacitados realizem as atividades com acompanhamento de técnicos, engenheiros e servidores públicos do sistema penal.
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ResponderExcluirÓtimo Projeto.
ResponderExcluirPrecisamos de ações como estas para amenizar o problema da segurança pública do estado.
ResponderExcluirÉ o tipo do programa que respeita o cidadão de bem e trabalhador, sem ignorar situação daqueles que pagam pelos erros cometidos contra a sociedade.
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